50 ideias para começar o ano

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Aos colegas professores que se encontram neste momento às voltas com o planejamento para o ano letivo, sugiro a leitura desta matéria da revista Nova Escola que compartilho logo abaixo com vocês. Uma boa leitura e um ótimo ano letivo para todos.

Organizar bem seu tempo, planejar de acordo com as necessidades de cada aluno, promover um ambiente de cooperação… Confira essas e outras questões essenciais para o sucesso de seu trabalho na opinião de um grupo de 11 especialistas ouvidos por NOVA ESCOLA.

PLANEJAMENTO

1. Adapte o currículo da rede à realidade
Um plano de trabalho anual baseia-se no projeto pedagógico e nas orientações curriculares da Secretaria da Educação e deve estar de acordo com as necessidades de aprendizagem dos alunos da instituição.

2. “O trabalho em classe depende do que é feito antes e depois dele. Por isso, estude o assunto e pense nas melhores maneiras de ensiná-lo. Crie as condições para a aprendizagem.”
(Priscila Monteiro, consultora pedagógica da Fundação Victor Civita).

3. Adinistre bem o horário de trabalho
Distribuir os conteúdos pelo tempo das aulas é complicado. Para determinar as atividades prioritárias, baseie-se na experiência de anos anteriores e na de colegas. Pense na quantidade de horas que você vai dedicar aos estudos, à elaboração das aulas e à correção de tarefas.

4. Antecipe as respostas dos alunos
Cada problema proposto por você provoca um efeito no grupo. Os alunos podem apresentar respostas e dúvidas variadas e seguir estratégias diversas de resolução. Antes de iniciar a aula, pense em intervenções que colaborem para todos avançarem em relação ao conteúdo tratado.

ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO

5. Selecione os recursos para cada atividade
A escolha dos livros que serão consultados pela garotada e a organização de materiais como brinquedos, calculadoras, jogos e letras móveis – enfim, de tudo o que será usado na aula – precisa ser feita com antecedência. Desse modo, todos terão à disposição os recursos mais adequados e úteis para a realização das diferentes atividades.

6. Reorganize a sala de acordo com a tarefa
A adequação do ambiente é o primeiro passo para um trabalho produtivo. Por isso, deixe-o arrumado de forma compatível com o que será realizado. Ao encontrar o pátio com cordas e bolas ou uma sala escura para ouvir histórias de terror, todos se envolvem mais com a proposta de ação.

7. Aproveite todo o material disponível
Não deixe que computadores e materiais específicos para o ensino de Arte ou de Ciências, por exemplo, fiquem encaixotados por falta de iniciativa ou medo de que estraguem. Se isso ocorre em sua escola, procure uma formação específica para utilizar esses recursos adequadamente e compartilhe essa atitude com seus colegas.

8. Não tranque os livros no armário
Obras de diferentes gêneros que compõem o acervo da escola precisam ficar disponíveis para consulta ou leitura por prazer. Em vez de deixá-las em armários trancados, coloque-as em uma sala de fácil acesso ou na própria classe, em prateleiras ou caixas à vista. Isso incentiva o hábito da leitura e o cuidado no manuseio das publicações.

9. “Manter os trabalhos dos alunos expostos faz com que aprendam a apreciar e valorizar o que é do outro e acompanhar o que foi feito por todos.”
Roberta Panico, Diretora de Desenvolvimento Educacional da Comunidade Educativa (Cedac)

10. Peça ajuda para arrumar os espaços
Ao terminar uma atividade, a responsabilidade por organizar a sala pode ser dividida com toda a turma. Deixar em ordem o ambiente compartilhado com colegas e professores de outras classes demonstra respeito aos demais.

11. Transgrida e mude sua prática
Experimente novos materiais, varie o tipo de atividade e reveja estratégias constantemente. Evite induzir todos os passos dos estudantes e permita que encontrem outras formas de trabalho. Essa mudança de rumo alarga as possibilidades de aprendizagem deles.

GESTÃO DA SALA DE AULA

12. Exponha a rotina diariamente
É essencial mostrar o que você vai ensinar, explicitando os objetivos, o conteúdo tratado, em quanto tempo isso vai se dar e como será a dinâmica. Sabendo o que têm a fazer, todos criam a expectativa correta diante da aula, se organizam melhor e se sentem mais seguros.

13. Negocie acordos com a garotada
Apenas exibir o regulamento que deve ser seguido na escola não convence crianças e jovens e, por isso, não funciona. Os famosos combinados também só são bem aceitos quando feitos coletivamente e não impostos por você de maneira disfarçada. Assim todos veem sentido nas regras e passam a adotá-las.

14. Tenha interesse pelas ideias dos estudantes
Ao propor atividades instigantes, em que são levantadas hipóteses, conheça o pensamento de cada um. O que eles dizem sobre aquele assunto? Esse conhecimento é fundamental para conduzir a aula. Em vez de apenas corrigir erros, encaminhe o raciocínio dos alunos para que solucionem o problema.

15. “A lição de casa deve ser um momento individual de estudo, descoberta e reflexão. Seu objetivo não é, nem de longe, a repetição de exercícios que só reproduzem conteúdos vistos em classe.”
Karla Emanuella Veloso Pinto, Educadora do Ano do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10 de 2009 e professora de Geografia do Centro Educacional NDE UFLA, em Lavras, MG

16. Enriqueça seu trabalho com as parcerias
Se sua escola tem acordos com outras instituições, utilize os recursos disponibilizados por elas da melhor forma possível. Lembre-se de que essa ajuda deve complementar ou aprimorar atividades que estejam de acordo com o projeto pedagógico da escola e com os objetivos de seu planejamento.

RESPEITO À DIVERSIDADE

17. Ao formar grupos, junte saberes diversos
Seu papel na divisão da classe para atividades em equipe é fundamental. Considere muito mais do que afinidades e reúna aqueles com conhecimentos diferentes e próximos, que têm a aprender e ensinar. Explique que todos precisam atuar juntos para trocar informações – o que é diferente de cada um fazer uma parte da tarefa e juntar tudo no fim.

18. Acompanhe quem tem mais dificuldade
Não existem turmas homogêneas. Para atender os estudantes com diferentes graus de desenvolvimento, são necessárias estratégias variadas. Pense, com antecedência, em atividades que podem ser mais adequadas e desafiadoras para aqueles que não estão no mesmo nível da maioria.

19. Considere e valorize as competências
Para que aqueles que apresentam necessidades educacionais especiais a-prendam como os demais, busque a-juda na sala de recursos para fazer a-daptações em relação aos materiais usados, ao tempo reservado para as tarefas, aos conteúdos ensinados e ao espaço. Assim, o foco das propostas deixa de ser a deficiência e passa a ser as possibilidades dos alunos.

20. “Valorize sua relação com a criança que tem algum tipo de deficiência para reconhecer suas necessidades: nada substitui o vínculo e o olhar observador.”
Daniela Alonso, consultora na área de inclusão e selecionadora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10

21. Fique atento à experiência de todos
Em uma sala de aula, cada um tem uma história, vem de uma família diferente e tem uma bagagem de experiências culturais. Valorize essa heterogeneidade e note que a turma não tem uma só identidade, mas é o resultado das características de cada indivíduo.

22. Crie um ambiente de aceitação
Seu papel também é garantir que se estabeleçam relações de confiança e respeito. Por isso, torne constantes as propostas que proporcionam a cooperação, a amizade, o respeito às diferenças e o cuidado com o outro.

23. Dê o exemplo e não se omita no dia a dia
Assistir a uma situação em que ocorrem desrespeito ou preconceito sem reagir não condiz com o trabalho docente. Ao ser omisso, você passa uma mensagem à meninada. Por isso, destaque os comportamentos éticos e não deixe que outro tipo de relação faça parte da rotina da escola.

AVALIAÇÃO

24. Faça sempre o diagnóstico inicial
Antes de ensinar um conteúdo, faça o diagnóstico. Ele é uma ferramenta rica para registrar em que nível cada um está e o que falta para que os objetivos propostos sejam alcançados. Além disso, considere essas informações até o fim do ano. Elas são úteis para a análise do percurso da garotada.

25. Diga ao aluno o que espera dele
Os critérios de avaliação devem estar sempre claros. Só quando o estudante sabe os objetivos de cada atividade e o que você espera, ele passa a se responsabilizar pelo próprio aprendizado. Essa prática é ainda mais importante do 6º ao 9º ano, quando há vários professores e é preciso coordenar diferentes maneiras de trabalho.

26. Documente os trabalhos significativos
Registrar as atividades e guardar as produções mais relevantes é importante para analisar o percurso de cada um e o que foi vivido em sala. Esse material é útil tanto para você orientar as próximas intervenções como para os pais e futuros professores conhecerem a vida escolar de cada estudante.

27. Avalie o potencial de aprendizagem
Ao desafiar os jovens com questões sobre o que ainda não foi visto em sala, você analisa o percurso que estão construindo e a relação que fazem entre o conhecimento adquirido e informações novas.

28. Compartilhe os erros e os acertos
O principal objetivo das avaliações não deve ser atender à burocracia, ou seja, determinar as notas a ser enviadas à secretaria. A função delas é mostrar a você e à meninada o que foi aprendido e o que ainda falta. Por isso, compartilhe os resultados pontuando os erros e mostrando como podem ser revistos.

29. “Na hora de avaliar, note três aspectos: o avanço de todo o grupo, as mudanças de cada estudante e o aprendizado dele em relação à turma.”
Lino de Macedo, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP)

30. Use a avaliação para mudar o rumo
Propostos durante todo o ano, provas, seminários, relatórios e debates mostram o que a garotada aprendeu ao longo do processo. Essas ferramentas só são úteis quando servem para você redirecionar a prática e oferecer pistas sobre novas estratégias ou como trabalhar conteúdos de ensino.

31. Reflita sobre sua atuação para melhorar
A autoavaliação é preciosa para ajudar a perceber fragilidades. Todos os dias, ocorrem situações que permitem repensar o trabalho em sala e o contato estabelecido com a equipe e a família dos alunos. Coloque essas práticas em xeque: alcancei os objetivos? Consegui ensinar os conteúdos previstos? Em que preciso melhorar? Tendo isso claro, fica mais fácil buscar alternativas.

RELAÇÃO COM A COMUNIDADE

32. Paute as reuniões com os pais
Os assuntos tratados em cada encontro devem ser determinados de acordo com o que está sendo desenvolvido naquele momento com os alunos. Liste o que é relevante para os pais saberem e agende a reunião em um horário compatível com a rotina dos pais.

33. Faça parcerias com os responsáveis
A reunião de pais não é o momento de críticas, mas de favorecer a participação e a parceria deles com você. Para isso, diga como a escola vê o processo de aprendizagem e mostre a produção dos alunos.

34. Informe-se sobre os familiares
Durante as reuniões, peça que os pais se apresentem e digam o que fazem. Anote tudo. Essas informações são valiosas para conhecer as profissões deles e pensar de que forma podem colaborar no desenvolvimento dos projetos didáticos.

35. “Muitos pais não se manifestam nas reuniões porque não sabem quais são os objetivos da escola. Quando o professor apresenta informações como essas, a participação aumenta.”
Ana Amélia Inoue, coordenadora do Instituto Pedagógico Acaia, em São Paulo, SP, e selecionadora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10

36. Resolva as questões recorrentes
As reclamações citadas com frequência pelos pais devem, sempre que possível, ser levadas em conta para que sejam solucionadas rapidamente. Dar atenção às falas legitima a participação deles.

37. Olhe para o entorno e participe
Levando em conta as características e as necessidades da comunidade em que está inserida a escola, proponha maneiras de organizar ações com o objetivo de alcançar o bem-estar comum e participe dos movimentos realizados pelos moradores, como o plantio de árvores no jardim e a reivindicação de segurança em relação ao trânsito local.

TRABALHO EM EQUIPE

38. Planeje com a ajuda dos colegas
Uma aula só é boa se é bem preparada. Aproveite o horário de trabalho pedagógico coletivo para isso. Você pode compartilhar ideias, articular conteúdos e planejar projetos em conjunto, medidas indispensáveis para construir uma escola de qualidade.

39. Recorra ao coordenador pedagógico
Para pensar as avaliações, dar ideias sobre materiais de uso em sala ou como trabalhar determinado conteúdo, o coordenador pedagógico é um belo parceiro. Convide-o a observar as aulas e indicar atividades e formas de aprimorar sua relação com o grupo.

40. Discuta sobre o ensino e a aprendizagem
Ao trocar ideias com outros professores, dê menos ênfase às questões de comportamento dos estudantes e mais às relativas à aprendizagem. Comente sobre o processo de cada aluno e questione se eles têm desempenho semelhante ao apresentado em suas aulas.

41. Priorize as relações profissionais

Uma boa convivência entre os colegas de trabalho deve ser pautada pelo conhecimento, pela colaboração e pela cooperação. É assim que se constrói um ambiente de troca de experiências profissionais. Não crie muitas expectativas: fazer amigos na escola é lucro.

42. “Tanto professores mais experientes como profissionais mais jovens podem ser seus parceiros. Respeite as opiniões deles.”
(Marlene de Lima Ferreira, coordenadora do Programa Escola que Vale, em Paragominas, a 323 quilômetros de Belém)

FORMAÇÃO

43. Identifique e supere suas dificuldades
O primeiro passo para buscar mudanças é determinar suas falhas. Invista no que pode ser aperfeiçoado: peça ajuda à equipe pedagógica, que pode indicar livros, busque na internet orientações para suas dúvidas e converse com os professores para se aprofundar em determinados temas.

44. Mostre seu trabalho em outros lugares
Depois de organizar suas produções, compartilhe-as com os colegas. Conte a eles o desempenho das classes e o resultado das atividades. Para dar mais  visibilidade e prestígio à sua carreira, amplie essa divulgação para a rede e inscreva-se em prêmios e congressos.

45. Aprenda com a prática dos outros
Os cursos de formação são os momentos mais ricos para conhecer educadores. As experiências trazidas por eles podem enriquecer seu repertório, ajudando a lidar com diferentes situações. Com a mediação dos docentes que ministram as aulas, você pode refletir sobre casos reais.

46. Continue os estudos para crescer sempre
Faz parte do trabalho docente pesquisar e ficar em dia com o que há de novo na área. Veja os programas disponíveis no Ministério da Educação (MEC) e na sua rede de ensino. Antes de se inscrever em cursos online, verifique qual a metodologia e o material didático adotados.

47. Use a tecnologia para ensinar
Muitos jovens devem ter melhor domínio do computador do que você. Se eles sabem usar a máquina, sua contribuição deve ser mostrar como ela pode ajudar a aprender os conteúdos. Procure capacitação para incorporar recursos que aprimorem o ensino da disciplina que você leciona.

48. Assista a palestras sobre sua área
Para conhecer resultados de uma nova pesquisa, se aprofundar em algum assunto e ampliar um saber, assistir a palestras é uma boa opção. Por ser uma atividade passiva, ela não substitui a formação em que há a troca de experiências entre profissionais.

49. “O professor é alguém inspirador, seguido pelos alunos. Por isso, seja uma pessoa melhor ao diversificar seus interesses e conhecimentos e observar o mundo.”
Ana Cláudia Rocha, diretora do Centro de Formação de Professores de São Caetano do Sul, SP

50. Procure planejar seu futuro
Quer trocar de área e de escola, cursar outra faculdade ou uma pós-graduação? Faça uma ampla pesquisa para acertar nas mudanças, alavancar sua carreira e se tornar um professor melhor.

Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/planejamento/ , acesso em 10/02/2015.

Grandes Civilizações

mesopotâmia

Mesopotâmia (parte 01) – grandes civilizações

A animação mostra a importância da Mesopotâmia para a criação do Estado, para a formação da organização social, política, econômica, cultural e religiosa. Dá destaque aos Sumérios, pois inventaram a primeira forma de escrita e hoje são considerados a civilização mais antiga do mundo. O conteúdo articula-se com o currículo de História da rede pública estadual de São Paulo ao ser utilizado como aprofundamento na situação de aprendizagem “Egito e Mesopotâmia” da 1ª série do Ensino Médio- Volume 1.

Para acessar outros objetos digitais de aprendizagem acesse: http://www.curriculomais.educacao.sp.gov.br

Diferentes fontes para o ensino de História.

Sugestão de utilização de vídeos para o ensino de História. Aqui o vídeo analisa a estrutura política das pólis, como se originaram e se desenvolveram e aborda a importância da filosofia e da democracia no mundo Grego Clássico. Articula-se ao currículo de História da rede pública estadual de São Paulo podendo ser trabalhado como aprofundamento da situação de aprendizagem “Os Primeiros Tempos da Democracia Grega e o Regime Democrático Ateniense na Época Clássica” da 1ª série do Ensino Médio- vol. 1.

GRÉCIA ANTIGA

Grecia antiga

Disponível em curriculomais.educacao.sp.gov.br

EDITAL DE INSCRIÇÃO – CADASTRO EMERGENCIAL DE DO​CENTES/2015

A Profª Vera Lúcia Godoy Cazu, RG nº 5.750.498, Dirigente Regional de Ensino da Diretoria de Ensino – Região de Adamantina, no uso de suas atribuições legais e atendendo ao disposto na Resolução SE-23/2012 e na Resolução SE-75/2013, alterada pela Resolução SE-70/2014 e na Portaria CGRH-1, de 7/01/2015, retificada em 30/01/2015, torna pública a abertura de cadastro emergencial de candidatos à contratação por tempo determinado para docência, portadores de habilitação ou que apresentem qualificação para ministrar aulas de disciplinas e/ou classes que compõe as matrizes curriculares das escolas da rede estadual de ensino, para atuarem junto às unidades escolares jurisdicionadas a esta Diretoria de Ensino.

I – Disposições Preliminares:

O processo de classificação regido por este edital será executado nos termos abaixo e terá validade para o ano letivo de 2015.

A atribuição de aulas aos docentes e candidatos cadastrados e classificados nos termos deste edital ocorrerá, desde que esgotadas as possibilidades de atribuição de aulas aos docentes e candidatos cadastrados e classificados nos termos da Resolução SE-75/2013, inclusive os remanescentes do Concurso Público de PEB II de 2013.

II – Cadastro:

Período: 03 a 13/02/2015.

Local: Diretoria de Ensino Região de Adamantina – Alameda Bráulio Molina Frias, nº 120 – Vila Cicma.

Horário: das 8h30 às 12h00 e das 13h30 às 17h00.

A ficha de cadastro deverá ser preenchida e assinada no ato da inscrição.

III – Público Alvo:

Poderão se cadastrar:

1 – Candidato que NÃO possui contrato ativo no ano letivo de 2015, inclusive os que tiveram contrato extinto no ano de 2014, observando-se o interstício de tempo para efetivação de contrato.

2 – Docentes e candidatos com habilitação/qualificação para atuar em mais de um dos três campos de atuação existentes no magistério estadual paulista (Classe, Aulas e Educação Especial) e que são remanescentes do Concurso de PEB II de 2013, que pretendam atuar em outro campo de atuação.

3 – Docentes efetivos, das categorias P, N e F, que pretendam atuar em regime de acumulação com contratação nos termos da Lei Complementar 1.093/2009, e que ainda não tenham contrato ativo ou que não sejam remanescentes do Concurso de PEB II de 2013.

Os docentes de outras Diretorias de Ensino, efetivos (somente para a carga suplementar), categorias P e F, e os com contrato ativo em 2015, devem se cadastrar pela internet, na área de inscrição do GDAE (http://drhunet.edunet.sp.gov.br/portalnet/), através da opção “Inscrição/Cadastro em outra Diretoria CGRH, no mesmo período”.

Este tipo de cadastramento é feito pela Internet, durante o processo regular de inscrições ou sempre nos primeiros dias letivos do ano, bem como em período estabelecido pelo Dirigente Regional de Ensino.

Os docentes remanescentes do Concurso de PEB II de 2013 já estão inscritos no campo de atuação da disciplina de aprovação (Aula ou Educação Especial, conforme o caso), portanto, não farão inscrição no Cadastro Emergencial, exceto se para outro campo de atuação.

IV – Requisitos:

1 – Ter concluído curso de licenciatura, bacharelado ou tecnologia superior com 160 (cento e sessenta) horas, em uma ou mais das seguintes disciplinas: Arte, Matemática, Física, Química, Ciências Físicas e Biológicas, Biologia, Sociologia, Filosofia, História, Geografia, Língua Portuguesa, Inglês, Espanhol, Interlocutor em Libras, Deficiência Intelectual, Deficiência Auditiva, Deficiência Física, Deficiência Visual e Educação Física (para Educação Física somente com diploma de licenciatura e prova do registro profissional obtido no sistema CONFEF/CREF’s, de acordo com o artigo 1º da Lei nº 9.696/98).

2 – Ter concluído curso de Licenciatura em Pedagogia, com comprovante de colação de grau, ou de habilitação para atuação nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e/ou nas Matérias Pedagógicas do Ensino Médio.

3 – Para inscrição em Educação Especial o candidato deverá ter concluído especialização/aperfeiçoamento com o mínimo de 120 (cento e vinte) horas na área de educação especial, com habilitação específica para uma das áreas: Deficiência Auditiva, Deficiência Física, Deficiência Intelectual ou Deficiência Visual, juntamente com curso de licenciatura plena ou curso normal superior.

4 – Ser aluno de Curso Superior – Licenciatura, Bacharelado ou Tecnologia Superior, que tenha concluído no mínimo 1 (um) semestre do curso e apresente no mínimo 160 (cento e sessenta) horas cursadas em estudos de disciplinas afins (conteúdos) da(s) disciplina (s) constantes das matrizes curriculares da Secretaria de Estado da Educação, citadas no item 1.

5 – Ter concluído além do atendimento de pelo menos um dos subitens de 1 a 4, curso específico na área de Libras, com carga horária mínima de 40 (quarenta) horas, atendido ao contido na legislação vigente.

V- Documentos Necessários:

1 – ANEXO I original e atualizado (data recente), com pontuação até a data base 30/06/2014 somente para candidatos que já possuem tempo de serviço no Magistério Público Estadual de SP. Se possuir pontos em mais de um campo de atuação, deverá apresentar um anexo para cada campo.

O anexo I é expedido pela última escola em que o candidato atuou.

2– RG e CPF (original e cópia).

3 – Diploma de Curso superior ou certificado de conclusão, com a observação da data de colação de grau (original e cópia), sendo que os concluintes dos anos de 2012, 2013 e 2014 poderão apresentar o Certificado de Conclusão do Curso, exceto Educação Física.

4 – Histórico Escolar do Curso Superior (original e cópia).

5 – ALUNOS DE CURSO SUPERIOR: devem apresentar atestado de matrícula constando qual semestre está cursando em 2015, acompanhado do respectivo histórico (original e cópia), ambos com data atual. No caso de instituições que tenham sistema de assinatura digital e que disponibilizem consulta online para verificação de autenticidade, poderão ser aceitos documentos com assinatura digital.

6 – Diploma de Mestre e/ou Doutor na área da educação ou de alguma das disciplinas da matriz (original e cópia) – se possuir.

7 – Comprovante de aprovação em Concurso Público de Provas e Títulos da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, referentes ao mesmo campo de atuação da inscrição (original e cópia) – se possuir.

8 – Portadores de habilitação nos termos da Resolução CNE – 2/97: apresentar junto com o comprovante da licenciatura o original e cópia do Diploma e Histórico Escolar do curso de bacharelado.

Na ausência de um dos documentos obrigatórios relacionados acima, o candidato não fará o cadastro.

– Cópia da Certidão de Nascimento dos filhos/dependentes ou declaração do imposto de renda ano base 2013 ou RG dos filhos dependentes, apenas para efeito de desempate.

Não haverá juntada de documentos após realização do cadastro.

VI – Classificação e Recurso:

A classificação será publicada no site desta Diretoria de Ensino: http://deadamantina.educacao.sp.gov.br/, em data que será divulgada posteriormente, estabelecendo os prazos para interposição de recursos, classificação final e a data em que os professores cadastrados emergencialmente poderão substituir eventualmente, bem como participar das atribuições de aulas e classes.

VII – Disposições Gerais:

1 – Serão aceitas inscrições por procuração simples, não autenticada.

2 – Os docentes da categoria O ou V, já inscritos/cadastrados e classificados na Diretoria de Ensino – Região de Adamantina, não necessitam realizar este cadastramento emergencial.

3 – Para o docente da categoria O ou V inscrito/cadastrado em outra Diretoria de Ensino e que tenha interesse em se cadastrar nesta Diretoria, é necessário acessar o site do GDAE e realizar o seu cadastro, conforme disposto no item III deste edital. Os docentes que fizeram o cadastro emergencial em outra Diretoria podem fazer o cadastro emergencial também nesta Diretoria.

4 – Para os demais docentes e candidatos é vedada a inclusão de qualquer documento após o cadastramento.

5 – Os licenciados em Educação Física, só poderão se inscrever para ministrar aulas desta disciplina mediante a apresentação de diploma da Licenciatura Plena e prova do registro profissional obtido no sistema CONFEF/CREF’s de acordo com o artigo 1º da Lei nº 9.696/98.

6 – É obrigatório que o interessado em se cadastrar forneça endereço eletrônico pessoal (e-mail).

7 – A indicação de disciplinas dos bacharéis e tecnólogos, ou habilitados em disciplina diversa será feita mediante análise do Histórico Escolar do curso do candidato, que apresente no mínimo o somatório de 160 (cento e sessenta) horas de estudos de disciplinas afins (conteúdos) da disciplina que será atribuída, desde que constante das matrizes curriculares da Secretaria de Estado da Educação.

8 – Somente serão aceitas declarações atestando que o candidato é aluno de curso superior, bem como histórico parcial expedido pela instituição de ensino com carimbo e assinatura originais, datados de 2015. No caso de instituições que tenham sistema de assinatura digital e que disponibilizem consulta online para verificação de autenticidade, poderão ser aceitos documentos com assinatura digital.

9 – A Classificação será publicada no site oficial da Diretoria de Ensino Região de Adamantina (http://deadamantina.educacao.sp.gov.br).

10 – É vedada a inscrição de alunos dos cursos de Pedagogia e Educação Física que ainda não tenham concluído o respectivo curso.

11 – Os inscritos neste Cadastro Emergencial, que pretendam atuar em projetos da Secretaria da Educação cuja legislação não apresente vedação, devem acompanhar os editais de credenciamento que venham a ser publicados no site desta Diretoria.

12 – Os casos omissos serão decididos pela Comissão de Atribuição de Aulas/Classes da Diretoria de Ensino – Região de Adamantina.

Adamantina, 02 de fevereiro de 2015.

Vera Lúcia Godoy Cazu

RG nº 5.750.498

Dirigente Regional de Ensino

Fonte: http://deadamantina.educacao.sp.gov.br/Paginas/Not%C3%ADcias/CADASTRO-EMERGENCIAL-DE-DOCENTES2015—EDITAL-DE-INSCRI%C3%87%C3%83O-.aspx

EDITAL DE INSCRIÇÃO – CADASTRO EMERGENCIAL DE DO​CENTES/2015

A Profª Vera Lúcia Godoy Cazu, RG nº 5.750.498, Dirigente Regional de Ensino da Diretoria de Ensino – Região de Adamantina, no uso de suas atribuições legais e atendendo ao disposto na Resolução SE-23/2012 e na Resolução SE-75/2013, alterada pela Resolução SE-70/2014 e na Portaria CGRH-1, de 7/01/2015, retificada em 30/01/2015, torna pública a abertura de cadastro emergencial de candidatos à contratação por tempo determinado para docência, portadores de habilitação ou que apresentem qualificação para ministrar aulas de disciplinas e/ou classes que compõe as matrizes curriculares das escolas da rede estadual de ensino, para atuarem junto às unidades escolares jurisdicionadas a esta Diretoria de Ensino. I – Disposições Preliminares: O processo de classificação regido por este edital será executado nos termos abaixo e terá validade para o ano letivo de 2015. A atribuição de aulas aos docentes e candidatos cadastrados e classificados nos termos deste edital ocorrerá, desde que esgotadas as possibilidades de atribuição de aulas aos docentes e candidatos cadastrados e classificados nos termos da Resolução SE-75/2013, inclusive os remanescentes do Concurso Público de PEB II de 2013. II – Cadastro: Período: 03 a 13/02/2015. Local: Diretoria de Ensino Região de Adamantina – Alameda Bráulio Molina Frias, nº 120 – Vila Cicma. Horário: das 8h30 às 12h00 e das 13h30 às 17h00. A ficha de cadastro deverá ser preenchida e assinada no ato da inscrição. III – Público Alvo: Poderão se cadastrar: 1 – Candidato que NÃO possui contrato ativo no ano letivo de 2015, inclusive os que tiveram contrato extinto no ano de 2014, observando-se o interstício de tempo para efetivação de contrato. 2 – Docentes e candidatos com habilitação/qualificação para atuar em mais de um dos três campos de atuação existentes no magistério estadual paulista (Classe, Aulas e Educação Especial) e que são remanescentes do Concurso de PEB II de 2013, que pretendam atuar em outro campo de atuação. 3 – Docentes efetivos, das categorias P, N e F, que pretendam atuar em regime de acumulação com contratação nos termos da Lei Complementar 1.093/2009, e que ainda não tenham contrato ativo ou que não sejam remanescentes do Concurso de PEB II de 2013. Os docentes de outras Diretorias de Ensino, efetivos (somente para a carga suplementar), categorias P e F, e os com contrato ativo em 2015, devem se cadastrar pela internet, na área de inscrição do GDAE (http://drhunet.edunet.sp.gov.br/portalnet/), através da opção “Inscrição/Cadastro em outra Diretoria CGRH, no mesmo período”. Este tipo de cadastramento é feito pela Internet, durante o processo regular de inscrições ou sempre nos primeiros dias letivos do ano, bem como em período estabelecido pelo Dirigente Regional de Ensino. Os docentes remanescentes do Concurso de PEB II de 2013 já estão inscritos no campo de atuação da disciplina de aprovação (Aula ou Educação Especial, conforme o caso), portanto, não farão inscrição no Cadastro Emergencial, exceto se para outro campo de atuação. IV – Requisitos: 1 – Ter concluído curso de licenciatura, bacharelado ou tecnologia superior com 160 (cento e sessenta) horas, em uma ou mais das seguintes disciplinas: Arte, Matemática, Física, Química, Ciências Físicas e Biológicas, Biologia, Sociologia, Filosofia, História, Geografia, Língua Portuguesa, Inglês, Espanhol, Interlocutor em Libras, Deficiência Intelectual, Deficiência Auditiva, Deficiência Física, Deficiência Visual e Educação Física (para Educação Física somente com diploma de licenciatura e prova do registro profissional obtido no sistema CONFEF/CREF’s, de acordo com o artigo 1º da Lei nº 9.696/98). 2 – Ter concluído curso de Licenciatura em Pedagogia, com comprovante de colação de grau, ou de habilitação para atuação nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e/ou nas Matérias Pedagógicas do Ensino Médio. 3 – Para inscrição em Educação Especial o candidato deverá ter concluído especialização/aperfeiçoamento com o mínimo de 120 (cento e vinte) horas na área de educação especial, com habilitação específica para uma das áreas: Deficiência Auditiva, Deficiência Física, Deficiência Intelectual ou Deficiência Visual, juntamente com curso de licenciatura plena ou curso normal superior. 4 – Ser aluno de Curso Superior – Licenciatura, Bacharelado ou Tecnologia Superior, que tenha concluído no mínimo 1 (um) semestre do curso e apresente no mínimo 160 (cento e sessenta) horas cursadas em estudos de disciplinas afins (conteúdos) da(s) disciplina (s) constantes das matrizes curriculares da Secretaria de Estado da Educação, citadas no item 1. 5 – Ter concluído além do atendimento de pelo menos um dos subitens de 1 a 4, curso específico na área de Libras, com carga horária mínima de 40 (quarenta) horas, atendido ao contido na legislação vigente. V- Documentos Necessários: 1 – ANEXO I original e atualizado (data recente), com pontuação até a data base 30/06/2014 – somente para candidatos que já possuem tempo de serviço no Magistério Público Estadual de SP. Se possuir pontos em mais de um campo de atuação, deverá apresentar um anexo para cada campo. O anexo I é expedido pela última escola em que o candidato atuou. 2- RG e CPF (original e cópia). 3 – Diploma de Curso superior ou certificado de conclusão, com a observação da data de colação de grau (original e cópia), sendo que os concluintes dos anos de 2012, 2013 e 2014 poderão apresentar o Certificado de Conclusão do Curso, exceto Educação Física. 4 – Histórico Escolar do Curso Superior (original e cópia). 5 – ALUNOS DE CURSO SUPERIOR: devem apresentar atestado de matrícula constando qual semestre está cursando em 2015, acompanhado do respectivo histórico (original e cópia), ambos com data atual. No caso de instituições que tenham sistema de assinatura digital e que disponibilizem consulta online para verificação de autenticidade, poderão ser aceitos documentos com assinatura digital. 6 – Diploma de Mestre e/ou Doutor na área da educação ou de alguma das disciplinas da matriz (original e cópia) – se possuir. 7 – Comprovante de aprovação em Concurso Público de Provas e Títulos da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, referentes ao mesmo campo de atuação da inscrição (original e cópia) – se possuir. 8 – Portadores de habilitação nos termos da Resolução CNE – 2/97: apresentar junto com o comprovante da licenciatura o original e cópia do Diploma e Histórico Escolar do curso de bacharelado. Na ausência de um dos documentos obrigatórios relacionados acima, o candidato não fará o cadastro. – Cópia da Certidão de Nascimento dos filhos/dependentes ou declaração do imposto de renda ano base 2013 ou RG dos filhos dependentes, apenas para efeito de desempate. – Não haverá juntada de documentos após realização do cadastro. VI – Classificação e Recurso: A classificação será publicada no site desta Diretoria de Ensino: http://deadamantina.educacao.sp.gov.br/, em data que será divulgada posteriormente, estabelecendo os prazos para interposição de recursos, classificação final e a data em que os professores cadastrados emergencialmente poderão substituir eventualmente, bem como participar das atribuições de aulas e classes. VII – Disposições Gerais: 1 – Serão aceitas inscrições por procuração simples, não autenticada. 2 – Os docentes da categoria O ou V, já inscritos/cadastrados e classificados na Diretoria de Ensino – Região de Adamantina, não necessitam realizar este cadastramento emergencial. 3 – Para o docente da categoria O ou V inscrito/cadastrado em outra Diretoria de Ensino e que tenha interesse em se cadastrar nesta Diretoria, é necessário acessar o site do GDAE e realizar o seu cadastro, conforme disposto no item III deste edital. Os docentes que fizeram o cadastro emergencial em outra Diretoria podem fazer o cadastro emergencial também nesta Diretoria. 4 – Para os demais docentes e candidatos é vedada a inclusão de qualquer documento após o cadastramento. 5 – Os licenciados em Educação Física, só poderão se inscrever para ministrar aulas desta disciplina mediante a apresentação de diploma da Licenciatura Plena e prova do registro profissional obtido no sistema CONFEF/CREF’s de acordo com o artigo 1º da Lei nº 9.696/98. 6 – É obrigatório que o interessado em se cadastrar forneça endereço eletrônico pessoal (e-mail). 7 – A indicação de disciplinas dos bacharéis e tecnólogos, ou habilitados em disciplina diversa será feita mediante análise do Histórico Escolar do curso do candidato, que apresente no mínimo o somatório de 160 (cento e sessenta) horas de estudos de disciplinas afins (conteúdos) da disciplina que será atribuída, desde que constante das matrizes curriculares da Secretaria de Estado da Educação. 8 – Somente serão aceitas declarações atestando que o candidato é aluno de curso superior, bem como histórico parcial expedido pela instituição de ensino com carimbo e assinatura originais, datados de 2015. No caso de instituições que tenham sistema de assinatura digital e que disponibilizem consulta online para verificação de autenticidade, poderão ser aceitos documentos com assinatura digital. 9 – A Classificação será publicada no site oficial da Diretoria de Ensino Região de Adamantina (http://deadamantina.educacao.sp.gov.br). 10 – É vedada a inscrição de alunos dos cursos de Pedagogia e Educação Física que ainda não tenham concluído o respectivo curso. 11 – Os inscritos neste Cadastro Emergencial, que pretendam atuar em projetos da Secretaria da Educação cuja legislação não apresente vedação, devem acompanhar os editais de credenciamento que venham a ser publicados no site desta Diretoria. 12 – Os casos omissos serão decididos pela Comissão de Atribuição de Aulas/Classes da Diretoria de Ensino – Região de Adamantina. Adamantina, 02 de fevereiro de 2015. Vera Lúcia Godoy Cazu RG nº 5.750.498 Dirigente Regional de Ensino Fonte: http://deadamantina.educacao.sp.gov.br/Paginas/Not%C3%ADcias/CADASTRO-EMERGENCIAL-DE-DOCENTES2015—EDITAL-DE-INSCRI%C3%87%C3%83O-.aspx

INFORMAÇÃO

“POR CONTA DA LEGISLAÇÃO ELEITORAL A PARTIR DO DIA 05/07/2014 E ATÉ O FINAL DAS ELEIÇÕES ESSE PERFIL NÃO SERÁ ATUALIZADO”.